06 maio, 2014

Ida a Cucujães a 22 de Março - VTS AVEIRO

Ida a Cucujães a 22 de Março Porque não rezar como S. Domingos? Foi a isso que nos propusemos a 22 de Março, enquanto membros do VTS de Pinheiro da Bemposta. Partimos para Cucujães onde orientamos uma oração de adoração com a comunidade – com um pequeno desafio. Aliar o gesto à palavra, adotando posturas com as quais S. Domingos nos ensinou a rezar. De joelhos, de braços abertos, inclinados: o corpo também pode ajudar à concentração, numa altura em que é tão difícil nos abstrairmos das ânsias do mundo. Ser voluntário é também aceitar orar e rezar o mundo e a vida. São Domingos deixou-nos várias dicas...

E a nós... só nos basta aceitar o desafio.

Deus está ansioso por escutar-nos!
Ivo MAchado e Ana Raquel Rodrigues
VTS-AVEIRO

Roteiro de Teresa de Saldanha em Lisboa -Testemunho do VTS AVEIRO

Roteiro aos lugares de Teresa de Saldanha, em Lisboa

O fim-de-semana pertencente aos dias 28, 29 e 30 de Março de 2014 ficou marcado por ser um fim-de-semana diferente e fugir à regra da rotina. Este fim-de-semana consistiu no roteiro aos lugares da Madre Teresa de Saldanha em Lisboa. Estiveram presentes do pinheiro, a Laura, o Ivo, o Zé, a Filipa e a Francisca que nos brindou com a companhia da sua colega Bruna de Leiria; de Aveiro a nossa querida Irmã Flávia e de Fátima o casal alegre, Frederico Serôdio e Katya Rafael. Todos estes recebidos por um grupo bastante acolhedor, de Lisboa, claro; a Ana Lucas, a Ana Sprit, o Josimar, o Bruno, a Rita com a sua pequena Beatriz, a Maria Olímpia e a nossa sorridente Irmã Alzira.



Este roteiro apenas ocupou os dias 29 e 30, porém, para o grupo do Pinheiro e Aveiro começou mais cedo, no dia 28, sexta-feira, em que saímos do Pinheiro rumo a Aveiro para passar a noite na Casa das Imãs Dominicanas de Catarina de Sena que nos receberam com muito carinho e partilhamos com elas uns minutinhos de conversa, risotas e uma importante oração. Já dormidos e com o sono já em dia ou quase, no meio de um pouco de stress e de muito entusiasmo tomamos o primeiro pequeno-almoço do dia, e saímos com as malas para partir nesta aventura. Depois desta longa, mas para nós curta viagem, chegamos a Lisboa e fomos tomar o segundo pequeno-almoço para recarregarmos as energias, não só com comida mas também com uma oração para assim seguir as pegadas da Madre Teresa de Saldanha. Passamos por muitos sítios importantes: nomeadamente, a casa onde viveu e cresceu; o cemitério onde está o corpo da Madre Fundadora; a igreja de São Domingos; o Convento do Corpo Santo; o Convento dos Cardais onde pudemos sentir a alegria de umas meninas lindas, que nos mostraram que adversidades não nos podem parar, que lutar, ser persistente e não desistir é sempre o melhor apesar, de muitas vezes ser o caminho, aparentemente, mais difícil a percorrer.


 De seguida fomos juntos à missa, um belo momento de comunhão e encontro na casa de Deus, que quando acabou, foi prolongado no nosso coração, fomos para a Casa Mãe – a Casa de São Domingos de Benfica, adquirida pela M. Teresa de Saldanha para a sua obra, expropriada em 1910, e onde agora existe uma comunidade de Irmãs com diversas atividades. Jantamos com uma simplicidade enorme, seguido de uma oração e de uma pequena reunião onde pudemos apresentar o nosso testemunho acerca do grande dia que tinha passado; terminada esta avaliação fomos prepararmo-nos para uma noite descansada.

Com alguma preguiça e com menos uma hora de sono, começa o dia 30, Domingo, em que tomamos o pequeno-almoço, fizemos a oração da manhã e fomos visitar o museu da Madre Teresa de Saldanha, que nos envolveu com as suas histórias, alguns momentos da sua vida e alguns objetos pessoais que de um certo modo nos tocou. Ao invés do que tinha acontecido quando chegamos onde só presidia alegria, no momento de nos “despedirmos” e regressarmos de volta a casa o sentimento era contrário, pois era de tristeza. Contudo, foi uma viagem tranquila em que também não faltou boa disposição e onde se realizou um género de uma avaliação global deste fim-de-semana, cujos aspetos positivos se sobrepuseram aos negativos. Almoçamos no fórum e convivemos mais um pouco e seguimos para nossas casas.
Foram uns dias de autêntica felicidade em que pudemos entender melhor esta que é para nós um exemplo, um modelo a seguir, onde vivenciamos coisas e situações que eram importantes para a mesma. Em suma, foi uma experiência bastante enriquecedora e não esquecemos o acolhimento e a gentileza do grupo Vts de Lisboa.


Filipa Gonçalves de Ul
VTS-AVEIRO

Roteiro de Teresa de Saldanha em Lisboa - Testemunho do VTS FÁTIMA

Domingo de Ramos...

Encontrámos um pouco, para olhar o que foi caminhar pelos caminhos de Teresa de Saldanha.

Em plena Quaresma, mergulhámos, nesse dia, no lema de Teresa, "fazer o bem sempre e onde seja possível", percorrendo os seus caminhos pela cidade de Lisboa: Capela dos Castros, Rua das Portas de Santo Antão, Igreja de Corpo Santo, Igreja do Convento dos Cardais, Igreja de Nossa Senhora do Rosário.



Procurámos beber os ensinamentos de Teresa, vivências e frutos. Encontrámos e recebemos "nas suas descendentes", as irmãs que cruzaram nesse dia connosco, principalmente nos Cardais, mostrando o espaço e convivendo com o trabalho desenvolvido, o espírito de serviço e hospitalidade.


Momentos vividos com intensidade, procurando viver a Quaresma com Teresa de Saldanha.





Obrigado e agradecidos.

Frederico e Katya
VTS de Fátima